Ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas que me diga logo pra que eu possa desocupar o coração. Avisei que não dou mais nenhum sinal de vida. E não darei. Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões. Prefiro reconhecer com o máximo de tranqüilidade possível que estou só do que ficar a mercê de visitas adiadas, encontros transferidos.
“Finalmente levantei a cabeça, nada de olhar para baixo diante de uma dificuldade (não mais), vou em busca da felicidade, custe o que custar.”
“Eu me lembro de quando nos conhecemos, engraçado como eu nunca me senti tão bem. É um sentimento que eu sei, eu sei que nunca esquecerei.”
“Não te quero de volta, sabe? Só que é muito estranho. Essa sua falta de compaixão. Esse seu tanto faz. É incrível essa sua capacidade de não estar nem aí pra nada. A gente já foi alguma coisa. Tudo bem, a gente pode não ter sido um desses casais das telas de cinema. Mas a gente se amou. Porque eu te amei. Foi um amor comum e fadado ao fim. E, demorou, mas aceitei o término. Porque é pra frente que se anda. Mas olha só pra gente agora. Em que nos tornamos? Estranhos? Meros desconhecidos? Você não se da o trabalho de me dizer um simples “oi”, se quer um “como você está?”. E isso machuca, sabe? Essa sua indiferença me dilacera. Porque tudo isso me faz questionar suas palavras de outrora. Aquelas que encheram os meus olhos, ouvidos e as artérias que estão ligadas ao coração. Só tenta entender. Se sentir especial pra alguém, às vezes é bom. Saber que alguém se preocupa com a gente é melhor ainda. Porque o alguém dos meus textos continua sendo você.”
— Querido John
“Ainda vejo pessoas tentando entender o amor. Loucos, mau sabem eles que amar não é para entender, é para sentir.”
“Traga de volta o amor que nunca se foi.”
“Não consigo ficar triste porque ficar triste é menos do que eu estou. Não consigo aceitar nenhum tipo de amor porque nenhum tipo de amor me parece do tamanho do buraco que eu me tornei. Se alguém me abraçar ou me der as mãos, vai cair solitário do outro lado de mim.”
“E a receita é uma só: fazer as pazes com você mesmo, diminuir a expectativa e entender que felicidade não é ter. É ser.”
“Eles se gostavam. Eles se queriam. Eles se adoravam. Eles se amavam. Eles se encaixavam. Eles combinavam. Eles se completavam. Eles se transbordavam. Eles terminaram.”